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segunda-feira, 25 de julho de 2016

EVOLUÇÃO ESTELAR. DO INÍCIO A TUDO!

         Em astronomia, evolução estelar é a sequência de mudanças radicais que uma estrela sofre durante seu tempo de vida. Dependendo da massa da estrela, sua vida varia entre alguns milhões de anos (para as mais massivas) até trilhões de anos (para as menos massivas.

         A evolução estelar não é estudada pela observação do ciclo de vida de uma única estrela; a maioria das mudanças estelares ocorre tão vagarosamente que só seriam detectáveis depois de muitos e muitos séculos. Em vez disto, astrofísicos tentam entender como as estrelas evoluem pela observação de numerosas estrelas, cada uma em um diferente ponto do ciclo da vida, e pela simulação da estrutura estelar com modelos em computador.

         As estrelas "nascem" a partir de nebulosas constituídas, em grande parte, por gases, poeira e partículas sólidas. Alguns cientistas explicam que existe uma atração recíproca entre as partículas de matéria que compõe a grande nuvem ou a nebulosa. Essa atração é denominada força de gravidade. Em razão da força de gravidade, a matéria que constitui uma nebulosa se agrupa, compondo uma massa compacta e formando os astros.

          Alguns astros alcançam um tamanho gigantesco, e a temperatura no seu interior é elevadíssima. A pressão e o aquecimento se tornam tão intensos no centro desses astros que uma grande quantidade de energia é liberada sob forma de calor e luz. Essa propriedade de produzir o próprio calor e a própria luz é o que diferencia as estrelas dos planetas e de outros astros.

          O brilho das estrelas é produzido por parte de sua energia, que se irradia pelo espaço sob a forma de luz. As estrelas não duram para sempre. Elas "nascem", “evoluem”, "morrem" e “transformam-se”. Esse mesmo processo ocorre com o sol, pois ele também é uma estrela.

         As estrelas causam fascínio desde os primeiros registros históricos da humanidade. De mitos à navegação, elas foram durante muitos anos os únicos guias geográficos dos viajantes.

         Mas quando uma estrela morre, simplesmente ela se transforma em algo muito mais complexo como um berçário para a formação de novas estrelas ou até mesmo um buraco negro massivo. Vejamos a segui como trabalha os elementos químicos durante o processo de morte de uma estrela:


Quando o hidrogênio, combustível do núcleo das estrelas, acaba, aquelas com massa equivalente a até 40% do nosso sol começam a morrer.




Apesar do pouco que sabemos sobre o universo (que é 95% composto pela massa escura, sobre a qual não sabemos absolutamente nada), as estrelas sempre estiveram na linha de estudo dos astrônomos. Afinal, é por causa de uma delas, o sol, que existimos.



Um dos fenômenos que mais impressionam os cientistas é a morte dessas bolas de gás. O verdadeiro show de luzes pode ser visto, inclusive, do quintal de uma casa, com a ajuda de um telescopio, com as brilhantes estrelas vermelhas em seus últimos momentos de vida sendo vistas como pontos no céu noturno.


Veja na galeria de fotos abaixo como foi o processo da estrela nebula m2-9, registrado pelo telescópio hubble:



A primeira fase do processo é se transformarem em estrelas gigantes vermelhas, grandes bolas de gás hélio em combustão.



Os ventos estelares criados por essa explosão empurram as camadas mais superficiais da estrela.



Quando o hélio acaba, o núcleo restante se contrai até virar uma estrela anã-branca, um corpo que produz uma intensa luz ultravioleta.



Essa luz ioniza os átomos afastados pelo vento. Quando os elétrons de fora se recombinam, a estrela morta emite luzes em diferentes ondas.



Os átomos de hidrogênio se tornam vermelhos e os de oxigênio, enxofre, sódio, carbono e nitrogênio produzem luzes verdes, azuis e amarelas.



Cerca de 80% das estrelas emitem essas luzes em variadas direções, a maioria com difusão bipolar. Ou seja, dois feixes de luz, cada um saindo de um polo da estrela.
         Esses feixes fazem uma rotação junto da estrela e vão colidindo com o restante dos elétrons soltos das camadas exteriores, aqueles que foram soprados pelo vento da explosão.

        Observações mostram que cerca de 10 vezes do peso da lua em material é ejetado por estrelas a cada ano.



         Sob as Leis Divinas que regem o Universo, nada se perde, mas se transforma assim como tudo o que vemos ao nosso redor. Como vimos até as estrelas “nascem”, “evoluem”, “morrem” e “transformam-se”, assim como todo ser vivo que conhecemos e que desconhecemos por todo o Universo, e como nós humanos, pois a morte do corpo físico é que possibilita a passagem para o espírito chegar na dimensão espiritual. Assim, nada se perde ou simplesmente se destrói ou acaba, mas tudo em absoluto se transforma, apenas não vemos porque não temos a sutileza de enxergar; um exemplo básico ao nossos olhos é quando a água entra em ebulição e se transforma em vapor estando em um tom mais leve. Assim é como a morte, em que o espírito deixa o envoltório físico, e parte para o mundo espiritual estando em um tom mais leve, por isso que nossos olhos não conseguem enxergar o corpo espiritual com facilidade por não está no mesmo nível vibratório que nós. Assim, também é com os diferentes tipos de vidas, seres em outros orbes, em que não conseguimos enxergar por estarem vibrando em níveis diferentes que nós. Então lembremos, nada acaba, tudo se transforma, para algo melhor, para progredir, para o progresso evolutivo.

        E cada vez mais com o avanço da ciência sob a Permissão de Deus, equipamentos mais aperfeiçoados serão criados que nos permitirá ver os vislumbres do Universo, com as bençaos de Deus em seu infinito amor.



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